
Ninguém me pode dizer que não tenho saudades, ninguém pode dizer que nunca deixei saudades para trás. São doze anos, são doze anos que eu admiro, que reconcilio, fdç. É a saudade que me consome dentro da alma, a saudade asopalada. Deixas-te morrer este desejo que vai em nós, pois, são coisas que nós no momento achamos fantásticas, são coisas que passam, são coisas que não consigo esquecer. Será a tua voz presente que me alimenta, a tua voz de ausente que magóa, a tua voz de serinidade que alimenta isto, que alimenta esta pequena 'amizade'. Tais, esta coisa da saudade meche comigo, nem eu sei definir a saudade que vai em mim, que vai em nós, que nos argumenta, que nos fascina, não sei. Como tu dizes, o ruim disto é a distância, talvez sim talvez não, não sei, eu não acho. O que custa é que sabendo que o se passa dia-a-dia, tu ainda complicas mais, ainda fazes com isto me doa mais. Tenho esperança que um dia modifiques a tua parte, e que consigamos ser mais felizes ainda.
Ficarás sempre (yn)
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