segunda-feira, 14 de junho de 2010

(yn)


Ninguém me pode dizer que não tenho saudades, ninguém pode dizer que nunca deixei saudades para trás. São doze anos, são doze anos que eu admiro, que reconcilio, fdç. É a saudade que me consome dentro da alma, a saudade asopalada. Deixas-te morrer este desejo que vai em nós, pois, são coisas que nós no momento achamos fantásticas, são coisas que passam, são coisas que não consigo esquecer. Será a tua voz presente que me alimenta, a tua voz de ausente que magóa, a tua voz de serinidade que alimenta isto, que alimenta esta pequena 'amizade'. Tais, esta coisa da saudade meche comigo, nem eu sei definir a saudade que vai em mim, que vai em nós, que nos argumenta, que nos fascina, não sei. Como tu dizes, o ruim disto é a distância, talvez sim talvez não, não sei, eu não acho. O que custa é que sabendo que o se passa dia-a-dia, tu ainda complicas mais, ainda fazes com isto me doa mais. Tenho esperança que um dia modifiques a tua parte, e que consigamos ser mais felizes ainda.


Ficarás sempre (yn)

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