terça-feira, 5 de abril de 2011

É tão bom olhar para ti, encostar a minha cabeça no teu peito e sentir o teu coração bater calmamente, pois, está fraco, mas continua a bater, continua a dar-te toda a vida e a fazer sentido a minha. Tu, e só tu avô,  conseguis-te fazer-me sorrir hoje, conseguis-te aquilo que hoje ninguém o conseguiu fazer, fizeste-me ver que os fortes não desistem assim além mesmo derramando uma lágrima, porque isso todos fazemos, deste-me um grande sermão por eu pensar em desistir e com toda a razão que o mereci ouvir, estive meia hora a ouvir-te atentamente e não te consegui interromper, expressas-te tudo aquilo que eu sentia, impossível, pensei que ninguém soubesse, mas tu soubes-te e depois do susto que me pregas-te no Domingo conseguis-te com que eu me orgulhasse de ti, afinal de contas não me orgulho só da tua força de superar tudo, mas sim também do grande amigo que és.

Amo-te, avô. Sempre

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