Hoje quando vim do hospital, fechei-me no quarto e comecei a chorar e dei por alguém a bater a porta do meu quarto e então disse, mesmo sem saber quem era:
-entra.
Vi o meu irmão entrar e perguntou-me.
- o que se passa Inês?
I - tu sabes, estou cansada disto.
A - sempre te disse que tu davas demasiado valor as pessoas e depois tu é que andas a chorar e eles a curtirem a vida.
I - Mas (...)
A- sabe que é verdade.
I - e sei, mas volto sempre a cometer o mesmo erro e isso deixa-me frustrada porque de certa forma eu digo sempre que não o volto a repetir.
A- mas errar é humano, mas aprende que há coisas que não se perdoam nem uma nem duas vezes
I - ás vezes é tão fácil falar, estou incapaz de não lhe perdoar qualquer coisa.
A- tens de ser mais forte que o perdoar, ao perdoares estás sempre a dar-lhe uma chance e volta a cometer o mesmo.
I - pois.
A- vá anda cá que eu dou-te um abraço.
(Comecei-me a rir ao fim de um bocado.)
I- a que horas partes?
A - às 18 :00 queres ir comigo?
I - já te disse que está semana não posso e não me metas mais inveja, mas para a semana vou contigo.
A- foi só para te rires um bocado
I- onh, amo-te muito broo .
és uma das melhores coisas da minha vida *.*
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